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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

CONDE APAIXONADO

Inglaterra, 1892

Ele a pegou de surpresa...


Quando um conde, nu em pelo, entra de repente pela janela de seu quarto, Elizabeth Runyon faz a coisa mais apropriada a fazer: ela grita, com toda a força de seus pulmões. Mas... a verdade é que ela já está farta de ser apropriada e certinha. Ela quer ser atrevida. Ousada, até. Não se deixará levar pelo impulso de vestir a camisola. Só dessa vez, Elizabeth será uma moça bastante audaciosa...

Ela retribuiu o favor...
Robert Hamilton, conde de Westbrooke, não tem intenção de ser persuadido a se casar com uma mulher detestável, e se for preciso fugir, sem roupa, pelo telhado, ele não hesitará em fazer isso. Ainda bem que ele encontra uma janela aberta... e a nua, ligeiramente embriagada e absolutamente encantadora lady Elizabeth! Oh, Senhor... Se eles forem pegos juntos, é possível que ele tenha de se casar com ela. A idéia é mais do que agradável... e a tentação é irresistível...



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DUQUE APAIXONADO

inglaterra, 1814 
Sofisticada... Escandalosa...

A verdade é que Sarah Hamilton, uma recatada jovem da Filadélfia, acha a sociedade londrina deveras chocante. Como é possível uma moça acordar de um inocente cochilo e encontrar-se deitada na cama ao lado de um homem lindo, atraente... e nu? Para não mencionar as curiosas bisbilhoteiras que mal conseguem disfarçar os risinhos maldosos, à porta do quarto! Certamente, aquele depravado não pode ser um duque, conforme alega ser, e Sarah não se casará com ele, por mais comprometida que tenha ficado a sua reputação...
James Runyon, o duque de Alvord, fica encantado com sua inesperada companheira de cama, e nem um pouco constrangido com a indignação da moça. Verdade que as circunstâncias em que se conheceram são um tanto incomuns, mas a beleza da jovem americana é estonteante, e se ela se acalmar o suficiente para ouvi-lo, James tem certeza de que conseguirá capturar o coração dela... para sempre!


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MARQUÊS APAIXONADO

Como dizer "eu te amo?"...

Ao fazer o pedido de casamento Charles Draysmith foi tão romântico quanto um juiz dando uma sentença. Tudo bem que Emma Peterson é apenas a filha do vigário, e ele o novo marquês de Knightsdale, e talvez prefira se casar com ela do que enfrentar a horda de moças solteiras e suas mães casamenteiras... Mas quando ele sugere que está tão somente interessado no ato de "encomendar" um herdeiro... Ah, isso já é demais para uma dama de verdade...
Deve haver algo de estranho com uma mulher que atira um bibelô em um homem que demonstra seus interesses. Talvez o modo como Charles fez o pedido não tenha sido dos mais românticos, mas parecia a solução perfeita. Ele conseguiria uma esposa, Emma conquistaria uma posição na sociedade... Tudo muito simples e prático. Só que as coisas não tão simples como parecem... pois para convencer Emma a se casar, Charles terá de fazer algo muito difícil: confessar que está perdidamente apaixonado...


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